Mostrando postagens com marcador Dicas em Geral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas em Geral. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de junho de 2010

10 principais erros que profissionais cometem em entrevistas e dinâmicas


Quando se participa de uma entrevista de emprego ou dinâmica de grupo, o profissional deve estar ciente que os recrutadores estão avaliando muito mais do que seu currículo ou experiência profissional.

Nesses processos seletivos são avaliados também a postura, o comportamento e as atitudes de cada candidato.
Principalmente quando existem semelhanças sobre as habilidades e as experiências profissionais entre candidatos concorrentes, o desempenho de cada um nessas avaliações torna-se fator decisivo na escolha do recrutador.

Por isso, é muito importante que o candidato treine o que deseja falar e se prepare adequadamente para esses processos seletivos. Contudo, é muito comum ainda, que candidatos cometam erros e falhas nessas entrevistas ou dinâmicas de grupo. Há casos de que esses profissionais saem da avaliação ou de uma entrevista, sem ao menos saber que cometeram alguma falha durante o processo.

Como uma forma de colaborar para os profissionais que estão enfrentando a maratona de algum processo seletivo, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) selecionou os 10 principais erros que candidatos cometem nessas avaliações e revela dicas de como evitar cada situação. Confira:

1. Português Inadequado: Esse é um ponto muito importante. Falar e escrever corretamente, sem o uso de gírias, conta muitos pontos para o candidato. Procure não utilizar vícios de linguagem como "né" e "tipo". Fale com calma para sua pronúncia ser correta e não soltar, por exemplo, um "tamém" ao invés de também. Caso perceba o seu erro, corrija-se, pois dessa forma o entrevistador sabe de seus conhecimentos.


2. Vestimenta: Saber se vestir é primordial. Decotes, roupas curtas ou justas, calças muito baixas mostrando as roupas íntimas e camisetas de times devem ficar guardadas para outras ocasiões. Evite roupas sujas e amassadas e aposte em cores neutras como preto, marrom, bege e branco. Quando receber a ligação sobre a vaga, pergunte qual o tipo de traje adequado. Nem todas as vagas exigem o uso de roupas sociais. Na dúvida é melhor estar bem trajado, pois demonstra sua preocupação com o momento. Os sapatos devem estar limpos e não muito velhos.

3. Falta de Ética: Falar mal sobre pessoas e empresas pelas quais você passou não é bom para sua imagem. É antiético citar exemplos negativos, principalmente quando o candidato não está envolvido no episódio. A história pode soar como fofoca e esse não é um comportamento esperado no ambiente corporativo.

4. Postura corporal: Sentar-se com postura "largada", ombros caídos, pés inquietos e batendo no chão, olhar disperso e mãos segurando a cabeça demonstrando tédio podem fazer você ser desclassificado. O corpo transmite muitas mensagens e os entrevistadores estão prontos para entendê-las. Então, tenha postura correta, mas não force gestos e expressões faciais.

5. Conversas: Evite conversas paralelas quando o facilitador ou os candidatos estiverem falando. Isso denota falta de respeito com o outro e você pode perder explicações importantes sobre o processo seletivo. Tome cuidado quando for responder uma pergunta. Seja claro e objetivo, porém saliente como pode contribuir caso seja o escolhido.

6. Mentiras: Jamais invente cursos ou experiências em seu currículo ou entrevistas. Você poderá ser testado e, caso a empresa perceba a informação incorreta, pode finalizar a participação do candidato tanto na dinâmica, quanto após a contratação. Se não tiver conhecimentos nas áreas solicitadas, mostre seu interesse em aprender.
7. Falta de conhecimento: Procure saber sobre a empresa e o ramo na qual ela atua. Visite sites e faça buscas na Internet. Assim você poderá ter mais idéias de como ela se posiciona no mercado e mostrará interesse ao entrevistador. Não pergunte sobre salários e benefícios no início da conversa. Isso demonstra o interesse maior no dinheiro e não na oportunidade. Porém, se não ficar claro, aborde o assunto antes de finalizar o encontro.

8. Atrasos: Chegar depois do horário não é bom para sua imagem. Calcule o tempo necessário para chegar ao local e conte com os imprevistos. Pesquise se na região há obras ou previsão de chuvas e saia mais cedo nesses casos. A impressão dos candidatos que se atrasam é de falta de comprometimento. Comparecer com 15 minutos de antecedência é o indicado para relaxar antes do início da entrevista.

9. Falta de postura corporativa: As dinâmicas são um momento de avaliação. Evite conversas não relacionadas com a atividade executada. Dar gargalhadas, criticar os demais participantes ou fazer piadas em excesso não são comportamentos esperados pelo selecionador. Também não queira sempre impor suas idéias, mostre sua capacidade de compreensão quando necessário.

10. Falta de participação: Você foi chamado para uma dinâmica de grupo e quer a vaga? Então participe ativamente de todas as atividades. Apenas tome cuidado para não falar demais e deixar os outros candidatos sem espaço. Mostre que você sabe trabalhar em equipe e dê a oportunidade de outras pessoas também se expressarem.

De acordo com Natália Caroline, coordenadora de seleção do Nube, essas dicas são preciosas para quem procura uma oportunidade. "Utilizando esses conhecimentos, com certeza o candidato aumentará sua chance de aprovação em um processo seletivo e de ter mais sucesso em sua carreira", afirma.

Nota: Recebi esse texto por e-mail, se alguém souber a fonte me avise

O artigo continua aqui…

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Perigo de usar Twitter


Como me disse o sábio Thiago ontem: "Tem de cuidar quem você deixa te seguir no Twitter"

Apreveita pra conhecer o DrPepper

Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Aplicativo calcula despesas de carnaval

O Blog Ócio 2007, da Microsoft, lançou recentemente o "Rachômetro de Despesas", aplicativo dedicado a planejar gastos de carnaval.

Baseado em uma planilha de Excel, o aplicativo ajuda a calcular o quanto cada pessoa vai gastar em combustível e pedágio para fazer a divisão de despesas com todos os caronas da viagem.

Basta escolher a origem e o destino da viagem, preencher o consumo do carro, o valor médio do combustível e o número de pessoas que vão participar da divisão.

O aplicativo também considera a data de ida e de volta, já que há dias durante o feriado em que os pedágios ficam mais ou menos caros.

Fonte: Baguete

Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Veja lista com os 25 piores erros de programação

Criada por grupo formado por mais de 30 organizações, lista serve como guia do que deve se evitar em criação de software.

Um grupo formado por mais de 30 organizações de computação publicou uma lista com os 25 erros de programação de software mais perigosos para a segurança dos sistemas.

Esta é a primeira vez que a indústria de software chega a um consenso sobre as piores coisas que podem acontecer quando os softwares são criados.

O grupo é liderado por especialistas da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA na sigla em inglês), pelo Departamento de Segurança Nacional, pelas empresas Microsoft e Symantec.

"A lista com o top 25 fornece aos desenvolvedores um conjunto mínimo de erros de código que devem ser erradicados antes que o software seja usado pelos clientes" disse Chris Wysopal, Chief Technology Officer (CTO) da Veracode, em um comunicado.

Mais do que uma lista, o documento pode ser usado como ferramenta de negociação entre compradores e vendedores de software, apontou Alan Paller, diretor de pesquisas do SANS Institute.

O Estado de Nova York está criando documentos que podem ser usados por agências governamentais para que os fornecedores se certifiquem de que seus códigos não possuem qualquer um dos erros da lista. Futuramente, o documento pode responsabilizar o fornecedor caso o software tenha algum bug que leve a um problema de segurança, disse Paller.

A lista de falhas inclui bugs que permitem SQL injection ou ataques de cross-site scripting, envio de informações sensíveis em textos legíveis, e senhas de segurança de difícil detecção em programas.

E no ano passado, apenas dois dos bugs presentes na lista geraram brechas em mais de 1,5 milhão de sites na grande rede, disse o SANS.

Veja lista aqui


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Crise pode ser oportunidade para profissionais de TI

A crise econômica mundial afetou o mercado de trabalho para profissionais de TI. Muitas empresas do setor estão enxugando operações e reduzindo o quadro de pessoal ao redor do mundo, o que deverá causar reflexo também no Brasil. Mas embora as companhias estejam apertando os cintos, o segmento oferece oportunidades para especialistas que estejam up to date com as inovações tecnológicas e tenham diferencial competitivo, garantem consultores em Recursos Humanos.

O fechamento fiscal de muitas empresas fez com que diversas companhias do setor anunciasse corte de pessoal. Foi o caso da Microsoft que comunicou esta semana que vai demitir cinco mil profissionais. A filial brasileira garantiu que a reestruturação não atingirá a operação local. Ericsson, IBM, SAP, Google. Motorola e AMD foram outras que também cortaram vagas lá fora.

As noticias internacionais podem assustar, mas não se sabe ainda com exatidão o quanto a crise afetou o mercado de trabalho de TI no Brasil, que até o ano passado apresentava oferta maior que a procura por vagas por pessoas capacitadas.

Para Claudia Barronca, gerente de Recursos Humanos da consultoria Topmind, especializada na contratação de profissionais para o setor, a crise atingiu sim essa indústria. Mas observa que como muitas empresas dependem 100% da tecnologia para tocar seus negócios, elas continuarão buscando mão-de-obra especializada.

“Num primeiro momento, muitas empresas vão apertar os cintos e adiar projetos. Mas a TI não para”, diz a executiva explicando que elas terão de buscar profissionais para necessidades mais urgentes. Entre as áreas que vão demandar mão-de-obra especializada, Claudia destaca infraestrutura de tecnologia, segurança da informação e gestão de riscos. Os que atuam neste setor e estiverem atualizados tem chances de se darem bem no mercado de trabalho.

Outras áreas quentes

“As empresas não param de investir em TI, pois é em momento de crise que precisam ficar mais produtivas e melhorar processos”, acrescenta Leonardo Dias, gerente de estratégias da consultoria em RH Catho. Ele constata que a demanda do setor por talentos reduziu, mas a indústria de TI ainda está na contramão da crise e é um dos segmentos da economia que mais tem usado os serviços da consultoria em janeiro para contratação de profissionais.

A maioria das ofertas é para analista de sistemas. Há oportunidades também para webdesigners, desenvolvedores de aplicações para terminais móveis, especialistas nas linguagens Java, .Net e por incrível que pareça em Delphi. Para atuar nessas áreas, os profissionais precisam ter domínio dessas tecnologias e comprovar suas habilidades por meio de certificação.

Para Dias, a crise pode ser uma oportunidade para quem está em busca de uma nova recolocação. Ele percebe que algumas empresas estão demitindo os que ganham mais e buscando gente nova para diminuir gastos. Sua recomendação aos profissionais é que se mantenham atualizados e procurem constantemente aprimoramento da carreira, ou seja, estejam preparados.

Sem crise

Na CPM Braxis, prestadora de serviços em TI, que atende o mercado interno e de exportação, a crise não reduziu as contratações. A empresa está com cerca de 300 vagas abertas para profissionais da área. Há oportunidades para líderes de projetos e analistas júnior e sênior. Todos devem ter curso superior e domínio do inglês. Alguns precisam conhecer linguagem Java.

A companhia está recrutando ainda talentos que saibam trabalhar com Cobol, plataforma muito utilizada pelos bancos e operadoras de telecomunicações.

Alexandre Ullma, gerente de RH da CPM Braxis, comenta que alguns projetos de TI até foram atingidos pela crise, como é o caso dos de gestão empresarial, mas que outros estão a todo vapor e carecem de mão-de-obra, motivo pelo qual a consultoria está contratando.

“Precisamos contratar esses 300 profissionais até março”, afirma o executivo. Ele brinca que quem estiver demitindo pode indicar os talentos para a CPM Braxis. Aos candidatos que querem se candidatar a uma das vagas ele recomenda que mandem um currículo bem feito.

O executivo conta que muitos são reprovados nessa primeira triagem porque não dizem de cara no objetivo a tecnologia que mais conhecem. "O profissional tem medo de passar a idéia de que é limitado a uma tecnologia específica e mencionam várias", observa Ullma, que entrega a palavra-chave da peneira do currículo na CPM Braxis, que é a tecnologia que o candidato mais domina.

Garanta seu emprego

Segundo Claudia, da Topmind, com a crise devem aumentar as cobranças em cima dos profissionais de TI e os supersalários serão mais raros. Isso significa que para se manter empregado, os talentos terão de investir mais em qualificação. As empresas vão dar preferência para os que são mais flexíveis, dinâmicos, criativos, que se relacionam bem e que tem diferencial competitivo.

"O momento não é de acomodação", alerta a consultora. Ela recomenda aos profissionais que busquem aprimoramento contantemente e que façam um plano de carreira com planejamento de onde querem chegar no curto e longo prazo. É importante estabelecer metas para atingir esses objetivos e revisar de tempos em tempos.

Claudia reforça que é muito importante ter um plano de carreira para um melhor posicionamento no mercado de trabalho. Segundo ela, essa essa tarefa é do profissional e não mais da empresa. Por esse motivo, todos deveriam dedicar um tempo na elaboração desse plano de voo.

A consultora chama ainda atenção de que não adianta ser bom apenas em tecnologia. O desenvolvimento do lado comportamental é essencial nos dias de hoje. Aos que tem dificuldade para lidar com equipe e se relacionar bem com os que dependem de seu trabalho, Claudia aconselha que recorram a cursos não apenas técnico, mas também aos que ajudem no crescimento pessoal. "Hoje o marketing pessoal é tudo", adverte a especialista.

Fonte: Wnews

Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Entrevista de emprego: prepare-se para responder quatro questões

Além do preenchimento de formulários online, de passagens por processos seletivos rigorosos e da obrigatoriedade de um bom currículo, na busca por um posto de coordenação na área de TI os can têm de estar preparados para entrevistas presenciais com recrutadores.

Não é novidade que, para tal ocasião, o candidato deve estar vestido apropriadamente, aparentar segurança no que diz e passar uma imagem de credibilidade. Entretanto, tais passos não são suficientes se os profissionais não estiverem preparados para responder às perguntas feitas pelos entrevistadores.

Segundo o sócio da empresa de recrutamento Korn/Ferry Jairo Okret, as questões abordadas em entrevistas de seleção variam de acordo com a vaga pleiteada, entretanto, algumas perguntas são consideradas básicas e feitas praticamente em todas as conversas. Conheça e esteja preparado para elas:

• Já participou e/ou gerenciou projetos de grande impacto para a companhia? Se sim, quais foram e como foi sua atuação?

• Qual é sua experiência em iniciativas de negócio que tenham impacto na área de tecnologia? E em iniciativas de tecnologia que tenham impacto no negócio?

• Já participou de grupos multifuncionais (com profissionais de diversos segmentos da empresa)? Como foi sua atuação?

• Como reage a trabalhar sob pressão?

Fonte: Cio

Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Os riscos de montar uma consultoria

consultoria
Como resultado direto das turbulências econômicas, muitos executivos que atuam na área de TI tem perdido empregos estáveis e, ao que tudo indica, essa situação ainda deve piorar nos próximos meses. Sem muita opção de encontrar uma nova vaga nas empresas, muitos profissionais começam a avaliar a possibilidade de montar uma pequena consultoria.
Esse tipo de negócio, no entanto, representa um risco. Isso porque, na maior parte dos casos, as consultorias de pequeno porte não têm estabelecido uma carteira de clientes, metodologias e processos administrativos. Pior, não apresentam recursos necessários para capacitação.

Assim, antes do CIO ou diretor de TI aceitar um convite para trabalhar numa pequena consultoria ou, mesmo, montar um negócio próprio nesse setor, deve considerar os seguintes aspectos:

Oferta de serviços
As pequenas consultorias de sucesso precisam oferecer um pequeno número de serviços, mas de muito alta qualidade. Deve-se focar em um determinado setor ou oferta no qual a equipe tem bastante expertise. Ou seja, vale resistir à vontade de dizer aos potenciais clientes que sua empresa pode endereçar qualquer necessidade de TI.

Desenvolvimento de negócios
Nenhuma consultoria existe sem clientes. Mas a maioria das empresas de pequeno porte não tem cuidado na hora de analisar o público-alvo. De forma geral, quando um profissional inicia um negócio, os próprios amigos o contratam. Isso até ajuda a dar início à operação, mas não cria uma companhias sustentável.

As verdadeiras empresas de sucessos precisam identificar oportunidades de negócio e fechar acordos com clientes que elas ainda não conhecem. Assim, se você odeia ser vendedor ou não consegue imaginar a possibilidade de fazer ligações para estranhos, esqueça o trabalho em uma pequena consultoria.

Fique atento às expectativas
Executivos que viram consultores algumas vezes querem oferecer conselhos baseados na sua própria experiência. Mas as consultorias que vão sobreviver a longo prazo devem trabalhar com uma abordagem verdadeiramente consultiva. Ou seja, até podem usar a experiência dos profissionais, contudo, precisam identificar as necessidades reais dos clientes para criar soluções e recomendações baseadas em análises rigorosas. Isso inclui, principalmente, dar atenção aos detalhes.

Defesa das idéias
Na maior parte das grandes organizações, os gerentes de nível médio se negam a implementar algumas idéias dos seus superiores. Com base nisso, as consultorias pequenas precisam ficar atentas para não impor suas idéias e, sim, vendê-las. Isso exige uma integração com o cliente e flexibilidade para modificar os objetivos iniciais. O ego não pode prevalecer.

Delegar
Pelo fato de uma pequena consultoria trabalhar com uma equipe limitada e, dificilmente, conta com o apoio de consultores menos experientes ou com uma equipe administrativa, delegar pode não ser uma opção viável. Com isso, os consultores precisam ter habilidades com Excel e PowerPoint, bem como devem saber escrever seus próprios relatórios.

Status
As pessoas que escolhem trocar um cargo executivo pelo trabalho em uma pequena consultoria perdem o status e os benefícios de uma grande organização. Assim, na maior parte dos casos, esses profissionais precisam aprender a trabalhar sem um assistente, em um escritório menor e com uma rede de computadores nem tão eficiente. Além disso, os jantares com clientes acabaram.

Na prática, isso pode gerar um desapontamento para os profissionais, os quais precisam adequar suas atitudes e objetivos a esse novo cenário.

Impacto financeiro
Com equipes enxutas, as consultorias menores só conseguem ser rentáveis quando os profissionais estão trabalhando em projetos que vão trazer resultados financeiros. No entanto, essas empresas precisam estar preparadas para enfrentar períodos de poucas demandas e, por consequência, dinheiro limitado para pagar empregados e fornecedores. O que exige estar bem preparado financeiramente.

Estratégia de saída
Consultorias menores, muitas vezes, são organizadas com base no estilo de vida dos proprietários. Com isso, se a empresa é administrada por profissionais jovens, pode ser baseada em oportunidades e desafios. Ou, o contrário, se o sócio for mais conservador, pode representar um lugar mais austero.
Assim, antes de aceitar o convite para trabalhar em uma pequena consultoria, entenda o perfil de quem dirige o negócio e veja se faz sentido, ou não, com seus objetivo.

Fonte: CIO


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Faltou malandragem

PacoteNeste sábado participei de JUGDAY e confesso que não esperava muito do evento. Apesar de ter o competentíssimo pessoal do RSJUG organizando, era um sábado de Sol com a temperatura passando dos 35°, realmente não acreditava que teria mais de 10 pessoas no local.

Chegando lá a minha surpresa, o local estava cheio e o Painel sobre o Mercado de Trabalho em Java que eu iria participar seria a última coisa do dia.

Minha segunda surpresa, quase ninguém foi embora quando terminou as oficinas de TI e iniciou o Painel.

Na segunda-feira pretendo escrever sobre os colegas de mesa (que deram um show a parte) e hoje quero falar sobre uma conversa que tive com profissional depois do Painel...


Eu estava me preparando para ir embora e um rapaz me chamou para conversar. Estava com um problema no trabalho:

- Daniel, trabalho faz um ano na empresa X e ganho R$ 1.500,00 para desenvolver em Java. Porém contrataram uma outra pessoa na mesma época e o salário dela é de R$ 2.000,00 para fazer exatamente a mesma coisa que eu e ambos temos a mesma formação acadêmica. Porque ele ganha mais que eu?

- Porque ele é mais esperto que você.

Uma das coisas que discutimos no JUGDAY era o fato do pessoal de informática não saber se vender.

Como disse o Fabiano da ADP no evento, quando contratamos um profissional, estamos buscando um "Pacote" de benefícios para empresa. Nesse pacote está a experiência profissional do candidato, sua formação acadêmica, certificações, idiomas que domina, vivência de vida, etc.

Mas de que adianta você ter tudo isso se não consegue mostrar isso para quem está te contratando?

Para as empresas, você é um "Pacote" que irá gerar um custo (salário) e um valor (produção). Quanto maior o seu valor, maior o seu custo. Resumindo, quanto mais você produz, mais você pode ganhar.

Muitas vezes as empresas não sabem qual o seu valor e vão criar esse conceito com base no que irão ler no seu currículo e posteriormente na sua entrevista de emprego.

No caso do meu amigo de sábado, depois de conversarmos mais, ficou comprovado que faltou malandragem na hora da entrevista e que ele não soube se vender melhor.


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Relacionamento conta pontos

Muitas empresas pensam que estão investindo em relacionamento com o cliente, mas na verdade fazem apenas um programa de pontos. O que pode não parecer, mas é muito diferente.

Vamos fazer isso ficar pessoal. Acho improvável que alguém já tenha ouvido frases como:
- Legal, Carlos. Se você participar de mais cinco happy hours, vai ser promovido à categoria "bom amigo". Mas tem que ser até o fim do mês que vem, senão seus pontos-cerveja vão expirar.

Se a relação do cliente com a empresa se resume meramente a pontos, isto vira uma commodity. Já vi muita gente trocar de companhia aérea não porque uma é melhor que a outra, mas porque dá mais milhas.

Outro exemplo: a cada conta de celular paga, eu ganho milhares de pontos da Claro - que apesar de parecerem numerosos, vão valer 5 ou 10 reais de desconto pra trocar de aparelho.

Eu me sentiria muito mais feliz com a marca se ao invés disso - ou além disso -, eles me ligassem e dissessem "Olha, como você não gastou toda sua franquia de minutos, vamos te dar 10 reais de desconto na conta do mês".

Com a tecnologia, fica muito fácil identificar o perfil do cliente. Então ele não precisaria mostrar um cartãozinho colorido de fidelidade (você lembra onde estão todos os seus cartões de milhas, descontos, etc?).

E reconhecendo seus bons clientes você pode dar atendimento preferencial, avisar antes dos lançamentos da empresa - já que talvez ele seja um evangelista da marca - e oferecer seu melhor serviço possível. Por exemplo, se você tem uma loja virtual, pode priorizar a entrega dos melhores clientes.

Pontos são commodities mensuráveis. Relacionamento é o que está além disso, é mais subjetivo, mais difícil de conseguir e - voltando ao business - uma vantagem competitiva muito maior.

Se sua empresa souber trabalhar bem o relacionamento, terá consumidores mais fiéis. E você vai poder ficar mais tranqüilo pra ir a happy hours com seus amigos, mesmo que isso não valha pontos.

Texto de Emerson Niide

Fonte WNews


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

10 mitos sobre economia de energia que você precisa conhecer

Como se não bastasse a crise financeira mundial, as companhias estão descobrindo que os gastos com a eletricidade não param de subir.

Neste contexto, é fundamental definir estratégias para controle de gastos de energia e para TI Verde. Mas você tem certeza de que as escolhas que você tomou são as melhores? Existem vários mitos sobre economia de energia que são absolutamente falsos. Conheça alguns deles.

Mito 1: Ligar e desligar um computador ou servidor reduz o seu ciclo de vida. As altas temperaturas gera stress nos componentes eletrônicos (especialmente capacitores e diodos).

Fato: O ciclo de ligar e desligar um servidor ou computador não é fonte de estresse. Os mesmos componentes em TI são usados em dispositivos complexos que passam pela mesma rotina - entre estes aparelhos estão sistemas para automação do chão de fábrica, aparelhos médicos e seu carro.

No entanto, há alguma verdade nesse mito. Ligar e desligar um sistema torna possível descobrir componentes que estão com problemas, mas que ficam 'escondidos' em operação. Ligar e desligar não só economiza energia, como tem custo zero e maximiza a disponibilidade.

Mito 2: Servidores que acabaram de ser ligados (o chamado cold-boot) demoram mais para reagir aos picos de processamento. Se os clientes tiverem que esperar, vão embora.

Fato: Servidores ligados - e com pouca carga de processamento - representam uma das maiores maneiras de desperdiçar energia.

Se os clientes precisam esperar para o servidor “frio” cuidar da alta carga de trabalho, você pode colocar uma página estática no portal avisando os usuários para esperar alguns momentos enquanto os recursos adicionais são carregados. Na espera, não só avise que a demanda de cada um dos usuários será atendida como essa estratégia é parte da política de economia de energia.

É possível também encontrar sistemas que rapidamente gerenciam altas cargas após ligados. Cada modelo tem variações de atraso no momento de ligar. Esta métrica nem sempre é disponibilizada, mas é muito importante quando você quer controlar o consumo de energia.

E isso pode ser rápido. Servidores ou blades que carregam de um snapshot, uma cópia da RAM carregada a partir do disco ou SAN pode ir de desligada à capacidade máxima em menos de um minuto.

Mito 3: A medida de consumo de energia em watts do CPU é uma medida clara da eficiência do sistema.

Fato: A eficiência é medida pela porcentagem de energia recebida pela fonte e convertida, podendo ser de 50% a 90%. O resto da energia não convertida é perdida na forma de calor, o que também prejudica na refrigeração do sistema (mais dano para a perda total de energia). Ainda que esse dado não seja dado com toda clareza pelos fornecedores de fontes, é possível procurar a eficiência de todo o sistema ou fazer testes com os servidores em espera ou em carga total.

Mito 4: É melhor enfiar tudo (RAM, CPUs e periféricos) em um mesmo servidor do que dividir em servidores menores.

Fato: Isto só é verdade se o grandioso servidor tiver utilização plena, mas é arriscado se ele rodar aplicações críticas. Diversos servidores menores podem ser desligados conforme a carga e geram redundância com tranqüilidade.

Além disso, rechear um servidor com o máximo de processadores e memória RAM que ele pode agüentar gera uma utilização muito maior de energia do que vários servidores com configuração básica. Combinar a configuração do servidor com o software que vai ser utilizado nele é a melhor forma de economizar energia.

Mito 5: Monitores LCD usam quase nenhuma energia, por isso podem ficar ligados o tempo todo.

Fato: Um monitor de LCD de 17 polegadas consome 35 watts. Se você somar as centenas de monitores, esse gasto não é trivial. Se configurados para isso, monitores com o selo da Energy Star entram em sleep mode e podem economizar entre 10 dólares e 40 dólares por ano. Mesmo desligado, a fonte de um monitor LCD usa de 1 watt a 3 watts de energia. Eles só não gastam nada quando desligados da tomada.

Mito 6: Um notebook não gasta nenhuma energia quando está no sleep mode. Aparelhos USB, como iPod, se carregam pelo adaptador AC do laptop.

Fato: O sleep mode no Vista e o standby mode no XP salvam uma imagem do sistema na RAM e mantém esta imagem mesmo se o resto for desligado. O modo hibernar armazena o estado do sistema no HD, o que reduz o tempo de carregamento sensivelmente e permite que o laptop seja desligado.

O sleep e o standby continuam a sugar energia, entre 1 watt e 3 watts. Já o hibernar consome menos do que 1 watt. A diferença é pouca. Para acabar com o consumo de energia só mesmo tirando a bateria da tomada.

Mito 7: As baterias de notebook tem um ciclo de vida limitado, não é possível fazer nada para que elas durem mais.

Fato: Os laptops com baterias de níquel-cádmio são equipados com uma funcionalidade que usa toda a carga da bateria para, a partir daí, colocá-la novamente em carga total.

Já os com bateria de íon lítio não tem os mesmos problemas.

No entanto, ao contrário das baterias NiCad, as de lítio preferem ser apenas parcialmente descarregadas: rodar até acabar toda a carga reduz o seu ciclo de vida.

Independente do tipo de bateria, o ciclo de vida cresce sensivelmente se ela for removida enquanto o laptop estiver conectado na rede elétrica. Esta estratégia é recomendada se o seu laptop suporta isso e se não há muitos cortes de energia na sua cidade.

Mito 8: Os discos em estado sólido Flash reduzem a quantidade de energia consumida por um laptop.

Fato: Isso pode ser ou não verdade. Depende muito da aplicação. Como as aplicações de escritório tradicionais não acessam constantemente o HD, o menor consumo de energia será mínimo. Se o software buscar dados constantemente no HD, como aplicações de vídeo, o aumento da vida da bateria vai ser enorme.

Mito 9: Apostar em uma fonte centralizada vai obrigatoriamente salvar energia

Fato: Esta movimentação envolve remover todas as fontes de energia de todos os servidores em um rack ou todos os servidores em um datacenter e consolidá-las em uma fonte de energia AC-DC para todos os sistemas.

Isso não significa mais eficiência, já que existe perda de energia mesmo nas pequenas distâncias entre a fonte consolidada e as máquinas. Os novos servidores possuem fontes com eficiência de 95%, então o movimento não compensa. As economias vão depender, na verdade, da eficiência real das fontes de energia dentro dos servidores que foram comprados assim como da fonte consolidada.

Mito 10: Você está destinado a ganhar dinheiro se correr e comprar agora os equipamentos mais eficientes em consumo de energia.

Fato: Na verdade, as economias geradas pelos equipamentos mais eficientes devem ser comparadas contra o custo de rodas o atual equipamento. Substituir servidores de 5 mil dólares antes do final de sua vida útil para economizar 30 dólares por ano em energia não é economia de dinheiro.

Em vez disso, procure implementar estratégias de economia de energia que não demandem novos equipamentos ou o apoio dos usuários. Por exemplo, crie uma política pelo Active Directory para desligar os sistemas que não estão em uso após o horário comercial. Isso não demanda novo equipamento ou apoio, mas vai gerar grande economia. Se você conseguir grande apoio dos usuários, outras ações como desligar os monitores, os PCs, impressoras e afins também reduzem custos sem demandar novas compras.

Fonte: Computerworld


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Plano de negócios, eu?

Texto de Maurício Grego, da INFO

Eu sou pago para festejar e você também pode ser. Essa frase abre o plano de negócios da loja 1-800-PartyShop e dá uma idéia do que vem em seguida. Projeções financeiras mirabolantes tentam convencer investidores de que a empresa é uma mina de ouro...

O documento hoje é parte de um museu montado pela universidade de Maryland, nos Estados Unidos, com centenas de planos de empresas falidas após o estouro da bolha da internet. Em sua curtíssima existência, a 1-800-PartyShop recebeu 2,4 milhões de dólares em aportes. Hoje, essa história dificilmente se repetiria. Levantar capital e iniciar um empreendimento depende, entre outras coisas, de um plano consistente e bem elaborado, onde excesso de otimismo não tem vez.

Peça fundamental para buscar capital de investidores, o plano de negócios também serve para avaliar as perspectivas e as estratégias do empreendimento. Ao elaborá-lo, o empreendedor tem a chance de testar a viabilidade do negócio e determinar com mais clareza o rumo a seguir. Com dez anos de experiência nessa área, Cláudia Pavani, uma das autoras do livro Plano de Negócios (Lexikon Editorial), explica que o documento ajuda a estabelecer metas e objetivos. Segundo ela, quando se coloca no papel o processo todo, há uma obrigação maior de cumprir as promessas e os resultados propostos.


Ser ou não ser

Para elaborar o plano de negócios é preciso fazer uma série de perguntas sobre sua trajetória, competências e fragilidades. Também é necessário saber qual o objetivo empresarial e a visão do mercado e da concorrência. Sobretudo, alerta Cláudia Pavani, planejar o crescimento da empresa reduz os riscos porque assim se conseguem antever situações adversas. O documento precisa, ainda, convencer sócios potenciais, público interno, clientes e fornecedores sobre sua viabilidade. As informações devem ser precisas e objetivas, e transmitir entusiasmo. O importante é apresentar informações reais, facilmente comprováveis. O tom deve ser empresarial, sem sentimentalismo. É fundamental evitar erros de gramática, que dinamitam a credibilidade.


Pesquisa de campo

Não se deve ter pressa ao elaborar um projeto de negócio. Há quem leve mais de um ano para concluir todas as etapas. As informações do mercado devem servir de base às projeções financeiras. Nem sempre esses dados são fáceis de obter. Muitas vezes, as informações precisam ser pesquisadas e analisadas. É preciso cuidado para não cometer erros como os que o consultor Marcelo Nakagawa, do Instituto Empreender Endeavor, se acostumou a ver ao longo de sua carreira: textos indecifráveis, análise de mercado mal feita, falta de foco e projeções financeiras não convincentes, que muitas vezes podem ser indícios de um negócio fracassado.

Recomenda-se escrever o plano de acordo com as necessidades do público-alvo. Se o leitor for um gerente de banco, o plano deve dar mais ênfase à parte financeira. Caso seja uma instituição governamental, ela vai analisar para que será usado o dinheiro e como a empresa retornará o capital investido. Se o público-alvo for um parceiro, o foco deve ser o mercado e as oportunidades de lucro. Um fornecedor vai se interessar pela saúde financeira da empresa. O investidor está de olho em negócios com alto potencial de crescimento. As fontes de financiamento não vêem com bons olhos um plano distribuído a muita gente. Espere a resposta de cada instituição antes de passar à seguinte.


Três formatos

Não existe uma quantidade exata de páginas para o documento. Em tese, há três tamanhos com propósitos distintos. O plano completo serve para apresentar uma visão detalhada do empreendimento a um investidor. Pode variar de 15 a 40 páginas, mais material anexo. O plano resumido é usado para apresentar informações concisas. Nesse caso, o leitor poderá requisitar dados mais completos depois. Varia de 10 a 15 páginas. Já o plano operacional é utilizado para alinhar os esforços da equipe em direção aos objetivos estratégicos. Seu tamanho depende das necessidades do empreendimento.


Raio X da empresa

Veja quais são as partes de um plano de negócios

Capa

É o que pode definir se o projeto vai ser lido ou não. Invista numa forma limpa, com informações essenciais como o nome da empresa e do empreendedor.

Sumário

Coloque o título de cada seção e a página onde se encontra.

Sumário Executivo

É a primeira parte a ser lida por um investidor ou parceiro. Tem a função de convencer a pessoa a virar as próximas páginas. Deve conter uma síntese do plano, sem esquecer dados financeiros como investimento necessário, faturamento projetado e tempo de retorno previsto. O tamanho recomendado é de uma página.

Descrição da Empresa

É um sumário da empresa, seu modelo de negócio, estrutura, situação tributária e localização. Nesta seção se definem os objetivos de negócio, a missão, a perspectiva de crescimento e de faturamento dos próximos anos. É a base para o desenvolvimento das demais ações. Pode ter uma ou duas páginas.

Produtos e Serviços

Traz a descrição dos produtos da empresa, como são produzidos, ciclo de vida e tecnologias empregadas. Podem-se listar os principais clientes (se a empresa já tiver algum) e informar se a companhia detém marcas ou patentes. O ideal é que tenha no máximo duas páginas.

Estrutura Organizacional

Descreve como a empresa está organizada, seu número de funcionários, principais posições e o perfil dos profissionais. O tamanho máximo é de duas páginas.

Plano de Marketing

Aqui, a intenção é demonstrar que se conhece bem o consumidor-alvo por meio de pesquisas. É importante analisar o mercado, o consumidor, a concorrência e as formas de vender os produtos. Deve abordar seu diferencial competitivo, a política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção. Pode ter de cinco a seis páginas.

Plano Operacional

É a descrição do fluxo operacional do empreendimento, ou seja, do caminho percorrido desde a aquisição da matéria-prima até o produto pronto chegar ao consumidor. Pode incluir detalhes da cadeia de suprimentos, controle de qualidade, logística e sistemas de gestão. Pode ter de três a quatro páginas.

Plano Financeiro

Esta é a parte decisiva do plano. Deve apresentar em números todas as ações planejadas e as projeções futuras: como a empresa se comportará ao longo do tempo, análise do investimento, demonstrativo de resultados e projeções de balanços. Informar como a empresa está capitalizada, quanto precisa de investimento de terceiros, quando e com que propósito. Recomenda-se que contenha o fluxo de caixa com horizonte de três anos, estimativa de tempo para atingir o ponto de equilíbrio, lucratividade prevista e prazo de retorno do investimento.

Anexos

Esta seção contém informações complementares. Não tem limite de páginas. Convém incluir currículos dos associados, resultados completos das pesquisas de mercado e planilhas financeiras detalhadas.

Publicado originalmente na revista INFO de setembro de 2007

Fonte: Info Professional


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

POG, quem nunca fez?

Texto de Willian Renan


"No fantástico mundo da programação existe uma sigla muito utilizada, POG.

Programação Orientada a Gambiarra é o que muitos programadores fazem, ou por não saber a forma correta de programar ou por simplesmete achar uma maneira, mais incorreta, porém fácil de fazer. Mais especificamente o POG é a arte de fazer uma bagunça total e não intencional no código do seu sistema, deixar funcionando e torcer para continuar funcionando por algum tempo.
Eu trabalho com programação há exatamente 9 meses, e claro, fiz muitos POG’s. Sim, ainda faço alguns. Os POG’s normalmente surgem quando o projeto está atrasado e você não consegue fazer funcionar da maneira correta, então você cria um código cabuloso que fará algo semelhante ao que uma simples linha poderia resolver. A única maneira de parar de “pogar” (se é que existe isso) é praticar, estudar e desenvolver-se, mas isso o tempo é quem faz.

Enfim, encontrei algumas frases da Desciclopédia sobre o que grandes personalidades dizem sobre POG.

1 . É só fazer do jeito que eu to falando que entregamos na data correta.
Diretor TI POG sobre projeto com tempo recorde!

2. “Não fui eu!!”
Estagiário apavorado sobre POG

3. Se der erro me liga!
Programador POG indo embora as 18:00hs, dizendo ao Gerente de TI, antes de rodar a folha de pagamento

4. Deu certo? Deixa! Funcionou? Não mexa!
Bill Gates sobre POG, durante o desenvolvimento do Windows ME e do Windows Vista

5. Se ninguém reclamou é porque está funcionando!
Estagiário as 18:00 da Sexta

Então caros programadores, fiquem felizes, vocês não estão sozinhos nesse mundo, existem mais pessoas incapacitadas de obter um completo conhecimento a tão curto prazo. E é que nem eu sempre digo: “Eu não pogo, apenas crio minha própria lógica.”"

Fonte: Misto Frio


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

20 mitos sobre os computadores

Mesmo que cada vez mais o computador faça parte da vida e do dia de mais e mais pessoas seguimos tendo dúvidas simples a respeito do equipamento.

Aqui você vê vinte delas.

1. Faz mau ao computador ter ímãs colados à CPU.
Falso. Nenhum problema com a CPU, mas não podemos dizer o mesmo do monitor, desgasta suas cores. Evite a qualquer custo utilizar equipamentos imantados muito próximos aso monitores pois as cores podem resultar distorcidas.

2. Empurrar o cd com o dedo para inserí-lo na CPU é prejudicial ao equipamento.
Falso. Nada a ver. Nada irá acontecer se você empurrar com uma força normal. Foi feito exatamente para isso.

3. Água ou café derramada sobre o teclado pode arruinar seu funcionamento.
Verdadeiro. Estragam as trilhas metalizadas que estão embaixo das teclas. Podem criar um curto-circuito e queimar.

4. É necessário ter espaço entre o monitor e a parede atrás dele.
Falso. Monitor não é geladeira. O ambiente em geral deve estar ventilado, mas não é indispensável que seja muita a distância. É muito pior ter outro monitor atrás (como acontece em muitos escritórios) porque pode haver o risco de ter interferências entre os computadores.

5. Quando o computador passou a noite toda ligado é melhor desligá-lo e voltar a reiniciar.
Falso. Pode seguir ligado sem problema algum. Ainda que pareça o contrário e dê vontade de desligá-lo um momento para que descanse, seguindo a lógica humana, o HD dura muito mais se permanecer ligado e não sendo o tempo todo ligado e desligado. Por uma qüestão de economia de energia não convém deixar ligado por vários dias, mas se não levarmos em conta o fator do aqueciemento global seria muito melhor para o PC nunca desligá-lo. Eles foram criados para isso.

6. Gasta mais energia ao ser ligado do que em várias horas de uso.
Falso. Ao ligar não consome tanto como para superar as horas de funcionamento. Ao desligar poupa-se energia e se permanecer ligado gasta, como qualquer outro eletrodoméstico.

7. Faz mal ao computador ter algum celular por perto.
Falso. Sem problema algum, no máximo um ronco provocado pela interferência de uma chamada.

8. Depois de desligar o computador é melhor deixá-lo descansar uns segundos antes de voltar a ligar.
Verdadeiro. É recomendável esperar no mínimo alguns segundos antes de voltar a ligá-lo. 10 segundos deve ser o suficiente.

9. Mover a CPU quando o computador está ligado pode queimar o HD.
Falso. A força centrífuga com que gira o HD é tanta que não acontece nada ao se mover a CPU. Muito menos ainda em se tratando de um notebook, porque eles foram feitos para isso. Mas é lógico que você não vai sair por ai dando "porrada" no equipamento, né?

10. Pelo bem do monitor, é conveniente usar protetor de tela quando não está em uso.
Verdadeiro. Porque o mecanismo do protetor de tela faz com que o desgaste das cores da tela seja uniforme. Ao renovar as imagens constantemente, não se gasta num mesmo lugar.

11. Quando há chuva forte, é absolutamente necessário tirar o plugue do computador da tomada.
Verdadeiro. Deveria ser adotado como uma obrigação no caso de uma chuva muito forte com muitos raios e trovões. Da mesma foram é aconselhável retirar os cabos do telefone e da alimentação do modem para que não queimem com a descarga de raios.

12. Não é conveniente olhar a luz vermelha que está embaixo do mouse óptico.
Verdadeiro. Pode até não deixar ninguém cego, mas é uma luz bastante forte que pode sim fazer mal a retina.

13. Nos notebooks deve-se acoplar primeiro o cabo de eletricidade à máquina e somente depois esse cabo a tomada.
Falso. Tanto faz. Quase todos os equipamentos portáteis atuais tem proteção de curto-circuito e são multi-voltagem, podem ser ligados em tensões de 90 a 240 volts, pelo que são sumamente estáveis.

14. Ao desligar o computador convém também desligar o monitor.
Falso. Outra vez tanto faz. Ao desligar a CPU, o monitor fica num estado em que consome muito pouca energia (pouca coisa mais que 1W) e não sofre desgaste algum. A decisão termina sendo em função da economia, ainda que o consumo seja realmente mínimo.

15. Não se deve colocar cds, disquetes ou qualquer outro elemento sobre a CPU.
Falso. Lógico, nada do que é colocado sobre a CPU pode ser afetado ou avariado, a não ser que esteja úmida e a água possa chegar ao equipamento.

16. O computador nunca pode ficar ao sol.
Verdadeiro. Se ele esquentar mais do que o habitual sua vida útil tende a decrescer. Por isso nunca é boa idéia instalar o PC próximo a janelas onde bate o sol.

17. Se mais de 80% do HD tiver sendo usado, a máquina se torna mais lenta.
Verdadeiro. Sempre é uma qüestão de porcentagem, por mais que se tenha 20 gb livres, se for menos de 20% da capacidade do disco, o funcionamento do computador será lento.

18. Não se deve tirar o pen drive sem avisar à máquina.
Verdadeiro. Deve ser selecionada a opção "Retirar hardware com segurança" antes de retirá-lo. Caso contrário, corre-se o risco de queimar a memória do usb.

19. Ter o desktop cheio de ícones deixa o computador mais lento.
Verdadeiro. Não importa se são ícones de programas ou arquivos. O que acontece é que a placa de vídeo do computador renova constantemente a informação apresentada na tela e quanto mais ícones, mais tempo.

20. Desligar a máquina diretamente no botão, sem selecionar previamente a opção de desligar o equipamento, estraga o HD.
Verdadeiro. O HD pode queimar ao ser desligado enquanto ele ainda está lendo ou escrevendo em alguma parte do sistema. Ademais, quando a energia é desligada subitamente, as placas que cobrem o disco (que gira até 10 mil rotações) descem sobre ele e podem ir riscando até que alcancem a posição de descanso. Ao selecionar a opção “Desligar o Computador”, todo o sistema se prepara para repousar e suspende todas as atividades. Cada peça vai ficar em seu devido lugar.

Fonte: MDig


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

MEC digitaliza toda obra de Machado de Assis



Como parte das comemorações ao centenário da morte de Machado de Assis, que será celebrado no dia 29 de setembro, o Ministério da Educação (MEC) lança a obra completa do autor em versão digital, que estará disponível gratuitamente na internet.

Entre os 243 arquivos que formam a coletânea estão romances como Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas, poesias e contos.

“Já existe uma série de materiais digitalizados, mas sem critérios de confiabilidade e não de uma forma organizada. O que a gente fez foi organizar esse material e revisá-lo a partir das edições que são referência. Foi uma pesquisa ampla dos materiais publicados, incluindo arquivos que não estavam digitalizados”, explica o coordenador do portal Domínio Público, Marco Antonio Rodrigues.

O site é o responsável pelo projeto em parceria com o Núcleo de Pesquisa e Informática, Literatura e Lingüística (Nupill), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Rodrigues explica que a obra de Machado de Assis já é de domínio público há 50 anos, mas não estava disponível ao público de forma organizada. “Desde a época do presidente Juscelino Kubitschek que o governo tenta mediar essa questão do oferecimento da obra de Machado para o público em geral. A internet traz essa possibilidade, ao mesmo tempo em que você pode comprar as obras, você pode ter acesso na rede”, avalia.

Junto com as obras digitalizadas o MEC lança também um hotsite em comemoração ao centenário da morte do escritor. Lá o público terá acesso a estudos, teses e dissertações sobre o autor, biografias, depoimentos de autores contemporâneos a Machado de Assis e links para sites sobre o assunto.

Outro destaque do portal é o vídeo “Machado de Assis, um mestre na periferia” que foi produzido pela TV Escola e traz depoimentos de especialistas na obra do autor que discutem a relação da literatura com a realidade nacional.

O hotsite e as obras em formato digital serão lançados hoje, às 18h, em um evento na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. A programação inclui ainda a entrega do Prêmio Camões 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa, ao brasileiro João Ubaldo Ribeiro. Haverá ainda o lançamento de uma exposição sobre Machado de Assis, de uma versão fac-símile do conto O Espelho e de uma versão em braile de O Alienista, ambos do autor.

Fonte: Info


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Você sabe o que é mobile payment?


Apesar de ainda incipiente, já é possível realizar pagamentos no Brasil com o celular, dispositivo que tende a ser usado como uma carteira eletrônica em substituição dos cartões de débito e crédito, como na Europa e Ásia. A idéia é que as pessoas usem o terminal para pagar estacionamento, entrada no cinema, passagens de ônibus e outros serviços, principalmente de valores baixos. Banco do Brasil e Visa, Banco HSBC e a operadora Oi estão entre os que vêm tentando disseminar esse modelo no Brasil.

Leonardo Rochadel, CEO da Wiaxis, empresa catarinense especializada no desenvolvimento de soluções para serviços móveis esclarece como funciona o m-payment. Ele aborda também as questões de segurança. Veja a seguir:

O que é m-payment?
É a sigla para Mobile Payment (Pagamento Móvel) e engloba todo tipo de operação que envolva um dispositivo sem fio para iniciar, ativar ou confirmar um pagamento. Os aparelhos mais usados para este tipo de operação são os celulares convencionais. Mas os que são usuários de smartphones e PDAs têm sido os primeiros a adotar esse meio de pagamento.

Qual a diferença entre m-payment e m-banking?
M-banking é a sigla para Mobile Banking (Banco Móvel) e é a referência para realiza serviços bancários por meio de terminais móveis. A grande maioria dos serviços bancários de Internet Banking pode ser realizada pelo aparelho móvel. Verificar saldos e extratos, efetuar transferências, comprar planos de seguro e capitalização, acompanhar rendimentos e diversas outras transações são previstas no m-banking.

Com um aplicativo de Mobile Banking é possível fazer transações bancárias via aparelho móvel. Com um aplicativo de Mobile Payment, o pagamento pode ser feito à vista (débito) ou a prazo (crédito) como se estivesse sendo usado o cartão de plástico.

Como está uso desta tecnologia no Brasil?
Os testes com m-payment foram iniciados de forma mais consistente em 2006 e continua-se buscando novos modelos de negócios e demanda. Atualmente, serviços como táxi, delivery e recarga de celulares pré-pagos são os empregos mais comuns para esse sistema. Para o m-banking a estimativa é de que 520 mil usuários já estejam fazendo uso dessa inovação.

O que é possível pagar pelo m-payment?
Os serviços mais comuns no Brasil são pagamento de táxi, recarga de celular, delivery, compra de passagens, farmácias, redes de fast-food e compras online. Estes serviços estão disponíveis nas grandes capitais em mais de 22 mil estabelecimentos credenciados. Esse sistema já é utilizado em outros países em catracas de trens e metrôs, máquinas de refrigerantes, tickets de lazer, pagamentos de restaurantes e lojas de conveniência.

Pagamentos pelo celular são seguros?
A taxa de fraude em comércio eletrônico no mundo é de 0,003% e o Brasil apresenta índice ainda menor, aproximadamente um terço do mundial. Os pagamentos por meio dos celulares são mais seguros que pagamentos com cartão de crédito e as movimentações realizadas pela internet. É recomendável, porém, utilizar sistemas que usem criptografia, além de evitar pagamentos através de troca de mensagens de texto ou atendimento de central telefônica (URA), que não protegem seus dados e sua senha.

Os sistemas mais usados em pagamentos móveis são: o registro do aparelho, a autenticação do celular e do usuário por senhas no momento da compra, confirmação e o envio de dados criptografados. Algumas soluções vão além e oferecem recursos avançados contra pirataria e clonagem dos aplicativos.

Qual a diferença entre pagamento remoto e por proximidade?
No pagamento remoto, o usuário pode estar em qualquer localidade no momento da compra e as transações são efetuadas por aplicativos instalados no aparelho. Também podem ser usados, com nível mais baixo de segurança, no envio de mensagens de texto ou na de interação de voz com uma central telefônica.

Já o pagamento por proximidade, conhecido por contactless payment, exige que o usuário tenha um celular com um chip e antena NFC (Near Field Communication), que armazena as informações da conta do usuário e se comunica com um leitor PDV (Ponto de Venda) de propriedade do estabelecimento. Não é necessária a presença de um vendedor para esse tipo de transação. Basta o usuário aproximar o aparelho a poucos centímetros do leitor e, através de um padrão de comunicação sem fio, a compra é efetuada. Os fabricantes já estão lançando aparelhos com a tecnologia NFC.

Qualquer um pode fazer pagamentos pelo celular?
Sim, mas o modo como isso é feito depende da tecnologia utilizada. As mais acessíveis são por download de aplicativos, SMS ou ligações de auto-atendimento. Para outros sistemas, muitas vezes é preciso instalar um chip no celular, ter um aparelho compatível com a tecnologia e uma conta bancária. Para o consumidor ativar a opção de mobile payment é necessário realizar a contratação do novo canal eletrônico junto a sua administradora de cartão banco ou operadora de telefonia.

Que tipo de aparelho é compatível com m-payment?
Todos os celulares são compatíveis com as tecnologias mais utilizadas, mas as mais modernas estão em aparelhos com mais recursos. Em geral basta fazer o cadastramento do aparelho. Soluções baseadas em troca SMS e via auto-atendimento (central telefônica) são compatíveis com praticamente todos os modelos de aparelhos.

Celular pré-pago faz pagamentos?
Os pagamentos podem ser feitos tanto a partir de celulares pré quanto pós-pagos. A diferença para o usuário é que, no caso de aplicativos instalados no aparelho celular, em que existe uma demanda de tráfego de dados pela rede das operadoras, os planos pós-pagos oferecem um custo de dados trafegados mais em conta que os planos pré-pagos. Uma transação financeira baseada em aplicativo instalado no aparelho gera um tráfego de dados de até 3 KB, o que representa um custo para o usuário em torno de R$ 0,017 (pouco mais de um centavo).

Há limite para as transações pelo celular?
Não. Quem define esses limites são as redes de captura, as operadoras de cartões e os bancos.

Quais são as taxas pelo uso do serviço?
No caso de aplicativos instalados no celular, os custos para o usuários final referem-se ao tráfego de dados gerado por cada pagamento realizado. Bancos e operadoras de cartões estão fomentando o desenvolvimento deste meio de pagamento e ofertando este novo canal eletrônico de relacionamento e transações gratuitamente para seus clientes.

Fonte: Wnews


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Faça um teste simples e avalie sua saúde financeira


O consultor Ricardo Melo desenvolveu um teste simples, que ajudará você a medir a qualidade de suas finanças pessoais. Responda as perguntas abaixo, anote a pontuação para cada resposta, some e veja o resultado no final desta página.

Com qual periodicidade você controla suas finanças?

A – Pelo menos uma vez por mês.
B – De vez em quando sem período determinado.
C – Somente quando acho que estou devendo demais.
D – Nunca controlo minhas finanças.

Como você encara o verbo economizar?

A – Algo sério, que persigo continuamente.
B – Importante, quando sobra algum dinheiro.
C – Algo que preciso aprender a fazer.
D – Que verbo é esse??

Ao ver uma pechincha que você não tinha se programado para comprar, como você age?

A – Vejo se preciso do produto mesmo se for uma pechincha, além de consultar meu orçamento.
B – Adoro Pechinchas. Sempre as compro se couber no orçamento.
C – Amo pechincha. Compro imediatamente se o valor couber no meu bolso.
D – Meu nome é pechincha. Compro precisando ou não. Depois vejo como pagar.

Sobrou dinheiro na sua conta. O que você faz?

A – Sigo minha estratégia de investimentos e canalizo a economia para o que já estiver planejado.
B – Vejo quais são as possibilidade de investir e onde vou aplicar os recursos.
C – Deixo o dinheiro parado no banco. Afinal, vai que eu preciso dele?
D – Gasto, é claro. Que pergunta mais boba.

Qual dos personagens abaixo mais se parece com você?

A – O Investidor: Sei o valor do dinheiro, por isso sei como ganha-lo, guarda-lo, multiplica-lo e aproveita-lo.
B – O Poupador: Imagino o valor dinheiro. Sei guardar e de vez em quando aproveita-lo.
C – O Gastador: Vai que eu morro amanhã? Eu gasto tudo que eu ganho.
D – Nunca parei para pensar nisso. Que coisa chata!

Como você se relaciona com os juros?

A – Procuro comprar sempre à vista com bom desconto, se puder esperar e me pagar os juros ao invés de pagar juros para alguém.
B – Gosto de comprar à prazo, mas procuro financiar o mínimo possível. Além disso, antes de fazer as prestações pesquiso as taxas de juros.
C – Compro muito a prazo, mas nunca me preocupei com taxas de juros.
D – Adoro entrar no cheque especial e usar o cartão de crédito. Para mim é um complemento de salário. Juros?? Desculpe o que é isso mesmo?

Vamos imaginar que você recebe uma herança de R$ 100.000,00. Qual das estratégias abaixo mais combina com você?

A – 70 % do valor alocados a alto risco com possibilidade de alto retorno.
B – 50% do valor alocados a alto risco com possibilidade de alto retorno.
C – De 30% a 40% alocados a alto risco com possibilidade de alto retorno.
D – De 10% a 30% alocados a alto risco com possibilidade de alto retorno.

Quais das modalidades de investimento abaixo você melhor se encaixa?

A – Bolsa de valores e negócios próprios.
B – Investimento em Imóveis.
C – Investimento em Renda Fixa.
D – Investimento em poupança.

Alguém lhe pede dinheiro emprestado. Qual sua atitude?

A – Avalio a minha situação e estudo todo o contexto para avaliar se posso e devo ou não emprestar o dinheiro.
B – Empresto o dinheiro, desde que tenha garantias, mesmo que eu corra risco, afinal poderia ser comigo. Afinal temos que confiar na boa fé das pessoas.
C – Empresto o dinheiro, mas fico preocupado (a) se vou ou não receber o dinheiro.
D – Empresto o dinheiro e depois rezo para ver se ele retorna.

De uma hora para outra você ganha muito dinheiro sem esperar. Como você se sente?

A – Feliz, afinal eu mereço.
B – Feliz, mas inseguro (a). Quando a esmola é grande o santo desconfia.
C – Preocupado, afinal agora tenho mais para perder.
D – Ansioso (a), preocupado (a) e inseguro (a). Vai que eu perco ou sou assaltado (a)?

Qual das crenças abaixo mais combina com você quando o assunto é dinheiro?

A – Dinheiro é energia e como tal precisa circular.
B – Dinheiro é algo muito bom. Gosto dele.
C – Dinheiro é um mal necessário. Se não compra felicidade, manda comprar.
D – Dinheiro é dinheiro e ponto final. Quanto mais tenho, mais quero ter.

Vamos supor que você passe por um período de turbulência financeira. Como você reage?

A – Com equilíbrio e naturalidade, pois a vida é assim com altos e baixos e afinal eu tenho minhas reservas e um plano para agir nessas horas.
B – Tento ficar bem, pois a vida assim. É uma pena que não tenha reservas ou um plano para essas horas.
C – Fico sob tensão, mais tenho fé que tudo vai melhorar.
D – Não gosto nem de pensar. Só de imaginar já me sinto péssimo(a).


Metodologia:

Marque 4 pontos para cada letra A que você marcou.
Marque 3 pontos para cada letra B que você marcou.
Marque 2 pontos para cada letra C que você marcou.
Marque 1 ponto para cada letra D que você marcou.

Resultado

De 12 a 24 pontos: É bom você rever sua postura em relação a maneira como você cuida de sua vida financeira. Você tem grande tendência a ter problemas sérios nessa área.

· De 24 a 36 pontos: Você desenvolveu alguns pontos importantes para um perfil vencedor, mas precisa aprender mais sobre seus hábitos para melhorar e evitar problemas futuros.

. De 36 a 48 pontos. Você está de parabéns, pois já pensa em sua vida financeira com seriedade e discernimento. A tendência é você melhorar cada vez mais e ser bem sucedido (a).

Site: www.institutoricardomelo.com.br


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Seu olhar pode denunciar o que você está sentindo


Ainda que permaneça calado, seus olhos podem dizer muito de você, inclusive podem dizer se mente ou diz a verdade. Na seqüência você vê, segundo o MDig, o significado das diferentes formas de olhar e verá que os olhos podem, sim, te denunciar.


* Olhar acima e à esquerda: imagens construídas visualmente. Se alguém te diz "imagine um cão verde", normalmente você olhará nessa direção.

* Olhar acima e à direita: imagens recordadas visualmente. Lembra de seu primeiro carro, seu primeiro brinquedo?

* Olhar à esquerda: criadas pelo ouvido. Imagine o som de um cristal caindo no chão? (ou algo mais singelo, que não conheça).

* Olhar à direita: lembradas com o ouvido. Lembra do som que o seu PC faz quando liga?

* Olhar abaixo à esquerda: ligado aos sentimentos. Recorda o cheiro do campo na primavera?

* Olhar abaixo à direita: diálogo interno, você está pensando consigo mesmo.

* Olhar abaixo: vergonha. Alguma você andou aprontando.

E como saber se alguém diz ou não a verdade? É bastante simples: se alguém olhar à esquerda enquanto fala estará mentindo, já que está criando imagens ou sons.

Então, da próxima vez que responder a alguém, cuidado com o que seus olhos podem dizer.


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Erros de e-mail que vão custar o seu emprego

Mandei um e-mail pra um amigo e achei estranha a resposta agressiva que recebi. Conversando com ele depois, notei que o mesmo deu outro sentido a minha mensagem.

E se ao invés de um amigo tivesse mandado essa mensagem para o meu chefe? Sem falar nas empresas que monitoram o e-mail de trabalho do funcionário...

Segue algumas dicas para não sermos demitidos por causa das menssagens que enviamos:


1. Sarcasmo e humor negro - O e-mail não é um bom meio de comunicar nuances de sarcasmo, e muitas vezes ele pode ser interpretado fora do seu contexto - com repercussões desastrosas.

2. E-mails enviados sob influência - Por acaso você tomou alguns drinques após o expediente? Salve sua resposta até a manhã seguinte, quando tiver certeza do que estiver dizendo.

3. Assuntos particulares - É sempre bom separar negócios e prazer - e usar os recursos da empresa para questões pessoais em geral é uma péssima idéia.

4. Críticas profissionais - Se for um assunto breve, diga pelo telefone; caso contrário, vai parecer oficial demais e poderá causar uma preocupação desnecessária. Se a questão for realmente grave, discuta-a pessoalmente.

5. Comentários pessoais e fofoca - É comum usar o e-mail como se a gente estivesse conversando na pausa para o cafezinho. Se pretende fazer algum comentário, fale pessoalmente.

6. Respostas irritadas - É fácil disparar uma resposta irritada sem pensar. Mas nem sempre é fácil retratar-se. O melhor a fazer é analisar um pouco mais o seu e-mail, se possível, ou aguardar um dia antes de responder, se você estiver realmente descontrolado.

7. Linguagem imprópria - A maioria das pessoas simplesmente não a utiliza, mas para aqueles poucos que o fazem – é uma péssima idéia. Em e-mails profissionais não há lugar para blasfêmias e palavrões.

8. Segredos comerciais ou assuntos sigilosos da empresa - Esse assunto pode muito bem lhe render
uma demissão e também um processo judicial.

9. Linguagem racista ou sexista - É melhor evitar esse tipo de coisa em sua fala normal, e muito mais nos seus e-mails profissionais.

10. Mensagens excessivamente emocionais - Mesmo que sejam enviadas de fora de seu ambiente de trabalho, lembre-se de que sua imagem está em jogo.


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Como transformar um mau negócio em sucesso?


Vendas que se arrastam por meses e não se concretizam; negociações feitas com ansiedade, por parte do vendedor ou do comprador, que culminam em falta de informação e erros que afetam a comissão da empresa ou do vendedor. Esses são apenas alguns exemplos de um mau negócio. Afinal, qual vendedor nunca se viu em tal situação? Para um profissional de vendas, fugir dessa experiência é praticamente impossível...

sso porque o mau negócio ronda a vida dos vendedores e têm origem nas mais diversas situações, mas, principalmente na interpretação errônea sobre o papel do vendedor dentro das empresas. De um lado, os profissionais acreditam que a sua única função é trazer novos pedidos. Do outro, as empresas mantêm a idéia de que o vendedor deve apenas trazer lucros. Soma-se a isso a percepção do vendedor de que, apesar de estar claro que a negociação é ruim, o cliente é importante e que mantê-lo pode beneficiar a empresa, de alguma maneira.

“Insistir num mau negócio é tolice sempre, mas buscar uma solução capaz de transformar a negociação numa venda efetiva e lucrativa para ambas as partes - empresa e cliente - é o caminho a ser perseguido”, explica Dominic de Souza, especialista em vendas e autor do livro “Como Vender seu Produto ou Serviço como algo concreto”.

Para Souza, o ideal não é desistir de uma venda, tento em vista todo o esforço que já foi feito, ou ainda com base no desafio que o vendedor tem que vencer a cada conquista de um cliente. Sendo assim, se um mau negócio foi detectado, é hora do “walk away”, terminologia conhecida no mundo das vendas e que significa “tempo de recuar” para avaliar a situação, detectar erros do processo que estão prejudicando a negociação e saná-los para dar continuidade à venda ou, de fato, renegociar, que nada mais é do que recomeçar.

Como a tomada dessas decisões não é nada fácil, leva tempo e exige aptidão, o ideal é ficar atento para escapar de um acordo ruim. “Se faltar honra ou sinceridade e se houver falha na comunicação entre o profissional e o cliente, certamente o vendedor terminará com um problema em suas mãos”, explica Souza.

Para que isso não aconteça, o vendedor precisa prestar atenção no processo de vendas como um todo, acompanhar os detalhes para minimizar as chances de se ter, no final, um mau negócio. “Ao adotar uma postura íntegra, como ser sincero e admitir se não puder atender às solicitações do cliente, o profissional diminui as chances de erros”, avalia.

Para que um acordo dê certo, os dois lados precisam se beneficiar. Assim, vendedor e empresa devem trabalhar dentro de um código de ética que atenda a ambos e privilegie fatores que influenciam diretamente na venda. Segundo Dominic, alguns pontos devem ser levados em consideração:

- Ser claro. É preciso que fique nítido para o cliente o que ele está comprando, bem como as informações do produto, condições de pagamento e prazos. As informações completas garantem um bom negócio, livre de dúvidas.

- Ser sincero. Ao perceber que não poderá concretizar os pedidos feitos pelo cliente, o vendedor deverá apresentar as condições reais. Prometa apenas aquilo que pode realizar e tenha certeza de prazos de entrega e cumprimento das expectativas geradas, isso garante que o cliente não se decepcione com aquilo que foi proposto.

- Walk Away. É preciso saber o momento de recuar. Fundamental para qualquer negociação, o “walk away” mostra a necessidade de se distanciar do mau negócio, analisa-lo, buscar soluções ou enfrentar uma renegociação.

- Não pule etapas da venda. Apressar o processo da venda faz parte, mas pular etapas não. Quem deve sugerir isso é o cliente, não o vendedor. “Pular os passos por conta própria é chamar o mau negócio”, afirma Dominic.

Fonte: Canal Executivo


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

A timidez atrapalha no trabalho?


Fonte: Publicado no Jornal da Tarde
José Pastori

Tudo depende do tipo de tímido e do tipo de chefe que ele tem.

Durante muito tempo a timidez foi encarada como um problema pessoal do tímido. Hoje, as pesquisas mostram que ela é determinada pela interação do tímido com as forças do ambiente de trabalho - e da cultura em geral...


Dada a natureza trepidante do mundo do trabalho, a timidez pode tornar as pessoas menos eficientes, é verdade. Os tímidos geralmente necessitam de mais tempo para se ajustar a situações novas e interagir com estranhos e superiores. Por outro lado, a maioria dos chefes e colegas de trabalho da atualidade é pouco paciente com quem demora para esquentar seus motores. A tolerância está cada vez mais rara no trabalho. Por isso, são comuns as avaliações apressadas sobre o funcionário tímido: "Ele é boa gente, mas é devagar demais...". Entretanto, os tímidos fazem tudo o que os extrovertidos fazem. Eles estudam, se formam, namoram, casam, têm filhos, ganham a vida, etc. A única diferença é que requerem mais tempo diante de situações novas. Mas, uma vez superada a dificuldade inicial, os tímidos entram de cabeça nas tarefas e procuram ser os melhores. Nas relações íntimas os tímidos são envolventes e tendem a ir fundo. Repetindo, eles precisam de mais tempo para chegar lá. Mas, uma vez chegando, dão um show de afeto e sinceridade.

Afinal, por que os tímidos demoram para engrenar?

Isso tem a ver com a dinâmica da timidez que, por sua vez, é determinada pela interação de fatores pessoais com fatores sociais.

Ao entrar numa roda nova de colegas de trabalho, por exemplo, os tímidos tendem a se comparar com os mais extrovertidos do grupo. É claro que a comparação lhes sai desfavorável. Eles concluem que tudo o que disserem tem de ser perfeito e esplendoroso. Isso agrava o seu problema. Eles ficam ensaiando consigo mesmo. Pensam e repensam nas palavras a serem usadas. Demoram. E ficam mais tímidos. Pior do que isso, os tímidos tendem a achar que os seus novos colegas estão identificando as suas fraquezas. Freqüentemente estão mesmo. Os tímidos percebem esses sinais no ar e acabam se esquecendo que muita gente é dominada pela timidez quando entra em um novo ambiente.

As pesquisas mostram que, diante de estranhos, 75% das pessoas mostram condutas tímidas. Quando entram numa nova roda social, cerca de 71% dos indivíduos comportam-se timidamente diante do sexo oposto, e 56% diante do mesmo sexo. Cerca de 48% das pessoas se mantém tímidas durante um bom tempo quando começam a trabalhar em uma nova empresa (Bernardo Carducci, Shyness: The New Solution, in Psychology Today, Janeiro de 2000). Mas, a timidez pode ser reduzida e, sobretudo, entendida e trabalhada pelo tímido, assim como aceita pelo grupo. Quando isso ocorre, a satisfação aumenta.

Por isso, para você que é chefe, vale à pena conceder uns minutos a mais para os tímidos. Eles podem trazer boas surpresas e ajudar muito no trabalho.

E para você que é tímido, procure lidar com a timidez. Não tente contrariar a sua natureza e sair contando piada na hora em que todos esperam concentração. Nem pense em ingerir bebidas alcoólicas e outras drogas para exibir uma extroversão artificial.

Assuma a sua timidez.

Procure chegar adiantado nas reuniões.

Não se preocupe com o seu silêncio inicial.

Comece a conversar com quem já chegou. Revele o que você já sabe. Seja franco sobre o que não sabe. E enfatize muito a enorme vontade que você tem de saber mais.


Gostou do site? Receba as novidades no seu e-mail! Faça seu cadastro aqui

O artigo continua aqui…

  © Blogger template 'Perfection' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP