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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Como nasceu a internet?

Ótimo vídeo. Pode ser legendado ou em alta definição.



Fonte: Uhull S.A


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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vinte desastres de TI que você pode evitar - parte 1

Muitas coisas mudaram no mundo da TI nos últimos anos, mas uma continua a mesma: a capacidade de TI de ser vítima de práticas equivocadas, graças à complexidade das responsabilidades envolvidas. Assim, no espírito de “é melhor prevenir do que remediar”, consultamos os melhores e mais brilhantes profissionais para descobrir 20 erros de TI que são receitas infalíveis para estouro de orçamento, perda de prazo e, em alguns casos, até perda de emprego. Os nomes foram trocados para proteger os culpados, mas as lições aprendidas são evidentes.

1. Exagerar nas políticas para senhas
Uma política para senhas clara e bem aplicada é essencial para qualquer rede. De que adianta um firewall se o atacante só precisa digitar “senha” para entrar? Mas o excesso de rigidez é uma faca de dois gumes. Quando as exigências de senha são excessivamente complexas ou os usuários são obrigados a mudar as senhas com muita freqüência, as políticas podem ter efeito oposto ao desejado. Se os usuários precisam fazer muito esforço para recordar as senhas, acabam anotando-as em papéis que ficam em gavetas ou em adesivos colados no teclado dos laptops. Não sabote o objetivo fundamental das suas políticas para senhas insistindo em requisitos irreais. Além disso, senha é coisa de 2004. Se você quiser controle de acesso rigoroso, que tal a autenticação multifatorial?

2. Administrar mal o data center
Os administradores de sistemas não são conhecidos exatamente pela ordem, mas, no data center, ordem é essencial. Cabeamento tortuoso, racks identificados incorretamente e equipamento descartado podem causar grandes problemas. Provisionamento descuidado leva um administrador a reconfigurar o servidor errado ou reformatar o volume errado. Por isso, mantenha tudo organizado (e sempre verifique duas vezes seus logins).
Para uma boa organização dos sistemas, também é importante remover os servidores de produção das mesas dos engenheiros e do submundo do porão. Gerenciar estes ativos é tarefa de TI, que deve fazer o que lhe cabe com diligência e prazer. Certifique-se de que seu CFO entende a importância de manter um data center grande e suficientemente bem-equipado para crescer com o negócio sem se transformar em uma selva.

3. Perder o controle sobre ativos de TI
A gerência-sênior faz um pedido: "A equipe de marketing precisa realizar consultas no banco de dados de produção". É algo relativamente simples, então você reclama um pouco, mas faz e segue em frente. Não muito tempo depois, constata que consultas mal formuladas estão derrubando o servidor antes da reunião de marketing que acontece sempre às terças-feiras. Sua próxima tarefa? Resolver o problema de desempenho.
Caronas que dão muito palpite são um perigo. Entregar as chaves a alguém que não sabe dirigir pode ser fatal. A experiência e o julgamento da gerência desempenham um papel crucial em todas as decisões relacionadas a ativos de TI. Não abdique desta responsabilidade só porque quer evitar o confronto. Uma má idéia é uma má idéia, mesmo que os gerentes de negócio não se dêem conta.

4. Tratar o legado como se fosse um palavrão
Os tecnólogos jovens e ansiosos talvez odeiem a idéia de que processos de missão crítica ainda estão sendo executados em sistemas da idade dos seus avós. Entretanto, em geral, existe uma boa razão para TI valorizar mais a idade do que a beleza. Captura de tela não é tão excitante quanto SOA, mas um sistema mais antigo e confiável é menos arriscado do que um novo em folha com desempenho desconhecido.
Modernizar sistemas legados também pode sair caro. De acordo com um estudo da IDC, o custo anual de manutenção para novos projetos de software normalmente alcança a casa dos milhões de dólares. Nestes tempos de budgets de TI apertados, não se apresse muito para que seus “dinossauros” se tornem uma espécie em extinção antes do tempo.

5. Ignorar o elemento humano na segurança
Os administradores de rede de hoje têm acesso a um leque surpreendente de ferramentas de segurança. Mas, como Kevin Mitnick gosta de dizer, o elo mais fraco em qualquer rede é o ser humano. Por mais fortificada que seja a rede, ela continua vulnerável se os usuários podem ser levados a minar sua segurança — por exemplo, informando senhas ou outros dados confidenciais por telefone. Por isso, a formação do usuário deve ser a base da política de segurança do site. Conscientize os usuários em relação a potenciais ataques de engenharia social, ao risco envolvido e como reagir. Incentive-os a relatar violações suspeitas imediatamente. Nesta era de phishing e roubo de identidade, a segurança é responsabilidade de todos os funcionários.

6. Criar funcionários indispensáveis
Por mais que seja confortador saber que um único funcionário conhece seus sistemas por dentro e por fora, não interessa a uma empresa permitir que profissionais de TI tornem-se realmente indispensáveis. Funcionários que são valiosos demais em funções específicas tendem a ficar presos ao cargo, não ascender profissionalmente e perder novas oportunidades. Em vez de criar superstars especializados, você deve encorajar a colaboração e treinar seu pessoal para trabalhar com uma variedade de equipes e projetos. Uma força de trabalho de TI diversificada, com múltiplos talentos, será mais feliz e melhor para o negócio.

7. Causar problemas em vez de oferecer soluções
Ninguém está prestando atenção aos seus alertas de vulnerabilidades críticas? Identificar riscos à segurança e possíveis pontos de falha são aspectos importantes do gerenciamento de TI, mas o trabalho não termina aí. Problemas sem solução deixarão a diretoria indiferente. Antes de relatar um problema, formule um plano de ação concreto para resolvê-lo e apresente ambos na mesma hora. Para ganhar apoio ao seu plano, explique sempre suas preocupações em termos do risco para o negócio — e tenha números que sustentem seus argumentos. Você precisa saber informar não apenas quanto custará resolver o problema, mas também quanto custará não resolvê-lo.

8. Logar como raiz
Um dos erros mais antigos e primários continua. Os técnicos que normalmente fazem login através da conta do administrador – ou conta “raiz” – para tarefas mais insignificantes se arriscam a apagar dados valiosos ou até mesmo sistemas inteiros acidentalmente. Mesmo assim, o hábito persiste. Felizmente, os sistemas operacionais modernos (entre eles o Mac OS X, Ubuntu e Windows Vista) ajudaram a conter esta prática porque vêm com os níveis mais altos de privilégio desativados por padrão. Em vez de rodar como raiz o tempo todo, os técnicos têm de entrar a senha de administrador toda vez que precisam realizar alguma tarefa importante de manutenção de sistema. Pode ser um aborrecimento, mas é uma boa prática. Já está mais do que na hora de todos os profissionais de TI seguirem esta orientação.

9. Tentar ficar na vanguarda total
Programas betas públicos agora são comuns e a tentação de se apoiar em ferramentas de ponta nos sistemas de produção pode ser muito grande. Resista. O foco de TI corporativa é encontrar soluções e não ser melhor que os outros. Tudo bem ser um usuário pioneiro no seu desktop, mas o data center não é lugar para arriscar. Em vez disso, adote uma abordagem calculada. Mantenha-se informado sobre os últimos desenvolvimentos, mas não adote ferramentas novas no ambiente de produção até ter feito testes completos. Implemente projetos-piloto no nível departamental. E certifique-se da existência de apoio externo. Você não quer ficar sem ajuda quando, na hora H, descobre que a última novidade ainda não está realmente pronta para o horário nobre.

10. Reinventar a roda
Não existe maneira melhor de assegurar a agilidade de TI do que se responsabilizar por suas necessidades de software. Mas, freqüentemente, as empresa empregam desenvolvedores de software e acabam desperdiçando o talento deles nos projetos errados. Você não deve criar seu próprio browser ou banco de dados relacional. Por que tantas empresas gastam energia desenvolvendo aplicativos CRM ou sistemas de gerenciamento de conteúdo personalizados, quando já existem incontáveis produtos de alta qualidade para suprir estas necessidades? O desenvolvimento interno de software deve ser limitado a projetos que proporcionam vantagem competitiva. O ideal é que você use software pronto para funções que não são exclusivas do seu negócio. Na falta de um produto, comece com um projeto open source e ajuste-o para satisfazer seus requisitos. Projetos de desenvolvimento redundantes só servem para distraí-lo dos verdadeiros objetivos corporativos.

Fonte: CIO


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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Chave limitará velocidade de carros da Ford



Acha que seu filho acelera demais quando dirige? A partir do próximo ano, a Ford permitirá que você não se preocupe mais com isso.

A fabricante de automóveis estreará uma ferramenta que é capaz de limitar em 80 quilômetros a velocidade máxima de jovens motoristas, usando um chip de computador na chave do carro.

Também haverá a opção de programar um limite máximo para o volume do rádio e de emitir alertas constantes se o motorista não estiver usando um cinto de segurança.

“Nossa mensagem aos pais é ‘estamos lhe oferecendo condições de ficar menos apreensivo quando emprestar ou dar de presente um carro aos seus filhos’”, disse Jim Buczowski, diretor de engenharia de sistemas eletrônicos e elétricos da Ford.

A ferramenta, chamada “MyKey”, será padrão em alguns veículos quando os modelos 2010 chegarem ao mercado no meio do próximo ano.


Fonte: Info


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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Você sabe o que é mobile payment?


Apesar de ainda incipiente, já é possível realizar pagamentos no Brasil com o celular, dispositivo que tende a ser usado como uma carteira eletrônica em substituição dos cartões de débito e crédito, como na Europa e Ásia. A idéia é que as pessoas usem o terminal para pagar estacionamento, entrada no cinema, passagens de ônibus e outros serviços, principalmente de valores baixos. Banco do Brasil e Visa, Banco HSBC e a operadora Oi estão entre os que vêm tentando disseminar esse modelo no Brasil.

Leonardo Rochadel, CEO da Wiaxis, empresa catarinense especializada no desenvolvimento de soluções para serviços móveis esclarece como funciona o m-payment. Ele aborda também as questões de segurança. Veja a seguir:

O que é m-payment?
É a sigla para Mobile Payment (Pagamento Móvel) e engloba todo tipo de operação que envolva um dispositivo sem fio para iniciar, ativar ou confirmar um pagamento. Os aparelhos mais usados para este tipo de operação são os celulares convencionais. Mas os que são usuários de smartphones e PDAs têm sido os primeiros a adotar esse meio de pagamento.

Qual a diferença entre m-payment e m-banking?
M-banking é a sigla para Mobile Banking (Banco Móvel) e é a referência para realiza serviços bancários por meio de terminais móveis. A grande maioria dos serviços bancários de Internet Banking pode ser realizada pelo aparelho móvel. Verificar saldos e extratos, efetuar transferências, comprar planos de seguro e capitalização, acompanhar rendimentos e diversas outras transações são previstas no m-banking.

Com um aplicativo de Mobile Banking é possível fazer transações bancárias via aparelho móvel. Com um aplicativo de Mobile Payment, o pagamento pode ser feito à vista (débito) ou a prazo (crédito) como se estivesse sendo usado o cartão de plástico.

Como está uso desta tecnologia no Brasil?
Os testes com m-payment foram iniciados de forma mais consistente em 2006 e continua-se buscando novos modelos de negócios e demanda. Atualmente, serviços como táxi, delivery e recarga de celulares pré-pagos são os empregos mais comuns para esse sistema. Para o m-banking a estimativa é de que 520 mil usuários já estejam fazendo uso dessa inovação.

O que é possível pagar pelo m-payment?
Os serviços mais comuns no Brasil são pagamento de táxi, recarga de celular, delivery, compra de passagens, farmácias, redes de fast-food e compras online. Estes serviços estão disponíveis nas grandes capitais em mais de 22 mil estabelecimentos credenciados. Esse sistema já é utilizado em outros países em catracas de trens e metrôs, máquinas de refrigerantes, tickets de lazer, pagamentos de restaurantes e lojas de conveniência.

Pagamentos pelo celular são seguros?
A taxa de fraude em comércio eletrônico no mundo é de 0,003% e o Brasil apresenta índice ainda menor, aproximadamente um terço do mundial. Os pagamentos por meio dos celulares são mais seguros que pagamentos com cartão de crédito e as movimentações realizadas pela internet. É recomendável, porém, utilizar sistemas que usem criptografia, além de evitar pagamentos através de troca de mensagens de texto ou atendimento de central telefônica (URA), que não protegem seus dados e sua senha.

Os sistemas mais usados em pagamentos móveis são: o registro do aparelho, a autenticação do celular e do usuário por senhas no momento da compra, confirmação e o envio de dados criptografados. Algumas soluções vão além e oferecem recursos avançados contra pirataria e clonagem dos aplicativos.

Qual a diferença entre pagamento remoto e por proximidade?
No pagamento remoto, o usuário pode estar em qualquer localidade no momento da compra e as transações são efetuadas por aplicativos instalados no aparelho. Também podem ser usados, com nível mais baixo de segurança, no envio de mensagens de texto ou na de interação de voz com uma central telefônica.

Já o pagamento por proximidade, conhecido por contactless payment, exige que o usuário tenha um celular com um chip e antena NFC (Near Field Communication), que armazena as informações da conta do usuário e se comunica com um leitor PDV (Ponto de Venda) de propriedade do estabelecimento. Não é necessária a presença de um vendedor para esse tipo de transação. Basta o usuário aproximar o aparelho a poucos centímetros do leitor e, através de um padrão de comunicação sem fio, a compra é efetuada. Os fabricantes já estão lançando aparelhos com a tecnologia NFC.

Qualquer um pode fazer pagamentos pelo celular?
Sim, mas o modo como isso é feito depende da tecnologia utilizada. As mais acessíveis são por download de aplicativos, SMS ou ligações de auto-atendimento. Para outros sistemas, muitas vezes é preciso instalar um chip no celular, ter um aparelho compatível com a tecnologia e uma conta bancária. Para o consumidor ativar a opção de mobile payment é necessário realizar a contratação do novo canal eletrônico junto a sua administradora de cartão banco ou operadora de telefonia.

Que tipo de aparelho é compatível com m-payment?
Todos os celulares são compatíveis com as tecnologias mais utilizadas, mas as mais modernas estão em aparelhos com mais recursos. Em geral basta fazer o cadastramento do aparelho. Soluções baseadas em troca SMS e via auto-atendimento (central telefônica) são compatíveis com praticamente todos os modelos de aparelhos.

Celular pré-pago faz pagamentos?
Os pagamentos podem ser feitos tanto a partir de celulares pré quanto pós-pagos. A diferença para o usuário é que, no caso de aplicativos instalados no aparelho celular, em que existe uma demanda de tráfego de dados pela rede das operadoras, os planos pós-pagos oferecem um custo de dados trafegados mais em conta que os planos pré-pagos. Uma transação financeira baseada em aplicativo instalado no aparelho gera um tráfego de dados de até 3 KB, o que representa um custo para o usuário em torno de R$ 0,017 (pouco mais de um centavo).

Há limite para as transações pelo celular?
Não. Quem define esses limites são as redes de captura, as operadoras de cartões e os bancos.

Quais são as taxas pelo uso do serviço?
No caso de aplicativos instalados no celular, os custos para o usuários final referem-se ao tráfego de dados gerado por cada pagamento realizado. Bancos e operadoras de cartões estão fomentando o desenvolvimento deste meio de pagamento e ofertando este novo canal eletrônico de relacionamento e transações gratuitamente para seus clientes.

Fonte: Wnews


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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Crescem rumores sobre sucessor do Windows


Rumores na imprensa internacional esquentam as especulações em torno de um novo sistema operacional que a Microsoft estaria desenvolvendo. Sucessor do Windows, o Midori seria baseado na web, sem ser instalado ou rodar no hardware...

O site SD Times afirmou ter tido acesso a documentos internos da Microsoft que definem o projeto, centrado na web e baseado na idéia de sistemas conectados. Isso eliminaria em grande parte a dependência entre aplicativos e o hardware onde eles rodam - como acontece hoje nos sistemas operacionais.

Um dos objetivos da empresa seria oferecer aplicativos para o Midori que fossem compatíveis com o Windows, o que também colaboraria para um processo de migração.

A Microsoft não fala sobre o Midori, mas confirma que existe um projeto. Se as informações forem verdadeiras, isso confirma um grande passo da Microsoft para se estabelecer na tendência do cloud computing.

Fonte: Terra


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terça-feira, 8 de abril de 2008

Robôs podem ocupar vagas de 3,5 milhões de pessoas

Os robôs podem ocupar os postos de trabalho de 3,5 milhões de pessoas no Japão até 2025, afirmou um grupo de especialistas, colocando que isso pode ajudar a evitar a falta de mão-de-obra que pode se reduzir juntamente com a população do país.


Segundo estimativas do governo, até 2030 o país enfrentará uma queda de 16% no tamanho da sua força de trabalho conforme cresce o número de idosos, o que gera temores acerca de quem trabalhará num país que não está acostumado nem se mostra disposto a aceitar a imigração em grande escala.

Um grupo de especialistas, a Machine Industry Memorial Foundation, afirma que os robôs podem ajudar a preencher lacunas. Em vez de cada robô substituir uma pessoa, a fundação sugere que as máquinas podem ajudar as pessoas terem tempo para se focarem em coisas mais importantes.

O Japão pode economizar 2,1 trilhões de ienes (US$ 21 bilhões, equivalente a R$ 35,6 bilhões) em seguro de idosos em 2025 se usar robôs que controlem a saúde dos mais velhos para que estes não dependam de cuidado médico humano, apontou a fundação. Os acompanhantes podem economizar mais de uma hora por dia se os robôs os ajudarem a cuidar das crianças, idosos e nos trabalhos domésticos, acrescentou. Entre as tarefas que podem ser desempenhadas estão a leitura de livros em voz alta ou ajudar o banho dos idosos.

"Os mais velhos estão atrasando suas aposentadorias até completarem 65 anos, creches estão sendo criadas para que as mulheres possam trabalhar durante o dia e há um movimento para aumentar a cota de trabalhadores estrangeiros. Mas nada disso pode combater a redução da força de trabalho", afirmou Takao Kobayashi, que trabalhou no estudo.

"Os robôs são importantes porque podem ajudar de alguma forma a aliviar a falta de mão-de-obra". A taxa atual de fertilidade no Japão é de 1,3 filhos por mulher, bem abaixo do nível necessário para se manter a população. O governo calcula que, até 2025, cerca de 40% da população terá mais de 65 anos, levantando a questão de como o país fará para tomar conta de seus numerosos idosos.

Kobayashi apontou que ainda é preciso mudar para que os robôs tenham um grande impacto na força de trabalho. "Existem os preços altos, as melhoras necessárias nas funções dos robôs, e também a mentalidade das pessoas, elas precisam ter vontade de usar os robôs".

Fonte: Terra

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quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Por isto amamos falar com o pessoal de suporte



Enviada por Kayna

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sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Aumente seu sinal WiFi com lixo

Tem um site que ensina a fazer antenas, para aumentar a distância de recepção do wifi, com material muito simples. Diz a página que dá pra aumentar em até 12 db a qualidade do sinal.

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terça-feira, 31 de julho de 2007

Evolução do Sistema Operacional

Uau, preciso de um destes!

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